Uma nova marca sem um novo time de plataforma.
O operador já rodava uma marca na Turbo Stars e queria lançar uma marca irmã para um segmento de público diferente — um padrão comum entre grupos com múltiplas licenças no mercado brasileiro regulamentado desde 2025, onde a mesma operação busca capturar tanto o apostador de ticket alto quanto o público mass-market sob marcas distintas. A restrição: nada de expandir o time de plataforma, nada de um segundo ciclo de integração. A nova marca precisava herdar tudo o que é operacional da marca-mãe e se diferenciar apenas em UX, conteúdo e tom.
Multi-tenant na mesma stack.
A nova marca subiu como um tenant separado no mesmo deployment da Turbo Stars. Carteira, KYC, antifraude e trading ficaram compartilhados na camada de plataforma; identidade de marca, UX, regras de CRM e catálogo de conteúdo foram configurados por tenant. O T-Hub entregou o catálogo de conteúdo localizado antes do lançamento, incluindo os títulos exclusivos por segmento que o novo público esperava — um ponto que pesa duplamente num mercado como o brasileiro, onde os requisitos de KYC e AML seguem regras específicas da SPA e não podem ser reconstruídos do zero a cada nova marca do grupo.
Em números.
- Entrega do contrato assinado até a marca no ar, com cassino + sportsbook + KYC completos
- Zero contratações líquidas do lado do operador
- Catálogo exclusivo do T-Hub entregue antes do lançamento da marca
- A nova marca atingiu seus primeiros marcos de receita dentro dos primeiros meses de operação
Adicionamos uma marca sem adicionar um time. A plataforma absorveu a complexidade em vez do operador.
