O desafio

Um legado que não podia ser desligado.

A plataforma existente do operador processava um volume mensal de transações muito grande. Janelas de manutenção eram medidas em horas de receita perdida — uma replataforma com freeze não era comercialmente viável. Um parallel-run com reconciliação manual teria introduzido divergência de reconciliação entre múltiplos reguladores. Nenhum dos dois caminhos era aceitável. Para um operador Tier-1 também ativo no mercado brasileiro — regulamentado desde 2025, com licenciamento e relatórios periódicos junto à SPA/MF —, essa divergência teria consequência regulatória direta, não apenas contábil.

O que fizemos

Corte ao vivo, carteira primeiro, região por região.

Migramos o wallet primeiro. As duas stacks liam o mesmo estado de saldo através de um shim fino que sobreviveu a todo o corte. CRM e conteúdo seguiram assim que a paridade do wallet foi verificada diariamente ao longo de uma janela sustentada. Cada região foi cortada de forma independente, então uma regressão em um mercado não podia se propagar para outro. A stack legada permaneceu online como fallback somente leitura por um período de soak definido no pós-migração. Para uma base de jogadores no Brasil, isso significa que depósitos e saques via PIX — que o apostador brasileiro espera instantâneos — nunca ficaram órfãos de estado de saldo durante a virada, mesmo com o corte acontecendo mercado por mercado.

Resultados

Em números.

  • Zero downtime visível ao jogador durante toda a migração ao vivo
  • Paridade total de saldo de carteira verificada diariamente durante o corte
  • Carteira de cross-sell habilitada a partir do dia um pós-migração
  • Relatórios de compliance protocolados junto a múltiplos reguladores sem nenhum questionamento
A migração não apareceu nas nossas métricas. Os jogadores não perceberam nada — esse era o briefing, e foi isso que entregamos.
Anônimo (confidencial a pedido do operador)Head of Platform · Operador Tier-1
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