Um novo produto na mesma carteira, sem UA separada.
O operador já tinha uma marca de cassino com jogadores ativos — cenário comum entre operadores licenciados no Brasil que buscam ampliar o portfólio sem abrir uma segunda frente de aquisição, num mercado onde o CAC por jogador já é alto e a régua subiu ainda mais com patrocínios do porte da Betano com o Flamengo. Um microsite separado teria duplicado a integração de conta, pagamento (incluindo PIX) e compliance. A hipótese era que uma carteira compartilhada, um registro de identidade aprovado e uma visão única do jogador reduziriam o atrito na jornada, mantendo em vigor a elegibilidade específica do produto e quaisquer verificações adicionais de KYC/AML.
Polybetting embutido; cassino como alvo de cross-sell.
Polybetting implantado dentro do produto de cassino já existente, com carteira e conta de jogador compartilhadas. Usuários já verificados puderam reaproveitar os dados de identidade aprovados, sujeitos à elegibilidade específica do produto e a quaisquer verificações adicionais de KYC/AML. Mercados de previsão como os da Polymarket ganharam visibilidade crescente também entre o público brasileiro ao longo de 2026, o que reforça a lógica de testar a categoria dentro de uma base de jogadores já verificada e paga em BRL, em vez de lançar uma marca nova do zero. O case usou a Polymarket como primeira fonte documentada; Kalshi e Manifold seguem como itens de roadmap, não integrações ao vivo.
Em números.
- Uma parcela relevante dos jogadores de Polybetting fez uma aposta de cassino na primeira semana
- A coorte de cross-sell mostrou aumento de LTV frente à linha de base apenas de cassino
- Carteira compartilhada e fluxo de identidade aprovado; verificações específicas do produto continuam a valer
- Polymarket como primeira fonte — Kalshi e on-chain no roadmap
O Polybetting se pagou no cassino já no primeiro mês. Esse era o teste.
